Governança e segurança
Um agente com poder de verdade exige paredes de verdade
A EnterDone põe um agente inteligente para trabalhar dentro da empresa — com acesso a sistemas,
arquivos e conversas. Esse poder só é aceitável com governança determinística:
a inteligência propõe, e quem decide aprovação, gasto, acesso e entrega é código auditável —
não a boa vontade do modelo. Esta página existe para responder o questionário de segurança
antes de ele ser enviado.
Permissão por pessoa e por cargo
Cada pessoa da empresa tem um papel, e cada papel tem o seu alcance: o que pode pedir, o
que pode ver, o que pode aprovar. O agente responde a cada um dentro do alcance de
quem pediu — a mesma pergunta, feita por pessoas diferentes, respeita o acesso de cada uma.
Conceder e revogar é ato da gestão, no Console, na hora; revogar interrompe na mesma hora o
que o agente fazia em nome daquela pessoa.
Alçada: ação sem volta espera quem pode
Enviar, publicar, pagar, apagar: toda ação sem volta para e espera a
aprovação de quem tem a alçada. A aprovação é registrada com assinatura
criptográfica (HMAC‑SHA256) e conferida em tempo constante — não é um clique que
se perde num log, é um ato que se prova depois.
Uma trilha que não se reescreve
Concessões de poder, aprovações e ações do agente viram registros encadeados:
cada linha é assinada, e cada linha carrega o elo com a anterior. Adulterar uma linha a
invalida; apagar uma linha deixa marca, porque a corrente não fecha mais. A
gravação é atômica — dois registros concorrentes não bifurcam a história. É auditoria no
sentido forte: a história da empresa com o agente não pode ser reescrita em silêncio.
O cofre: a senha nunca passa pelo modelo
A pessoa entra uma vez num sistema, e a credencial vai para o cofre da empresa,
cifrada. Dali em diante, quem preenche o campo de senha é o código — direto
no campo, e somente no endereço verdadeiro do site. O modelo nunca recebe a senha; o
navegador do computador não a guarda. Os tokens de acesso de cada posto são
derivados por pessoa (HMAC) — ninguém carrega chave-mestra no bolso.
O fluxo do dado até o modelo, por escrito
O que vai ao modelo: o pedido da pessoa e o contexto de trabalho necessário
para cumpri-lo (as conversas e arquivos da própria instância, dentro do alcance de quem
pediu). O que nunca vai: senhas e credenciais do cofre. E com qual modelo:
o melhor para cada tarefa — a conversa, a leitura de arquivos e imagens, a
memória e o trabalho no computador vão, cada um, para o modelo que faz melhor aquilo, e a
fatura é real e aparece por modelo no Console. Nada do que a empresa escreve treina modelo
de terceiro, e o aprendizado da casa é da casa — sai com ela, se ela quiser. Quem são os
fornecedores, o que cada um recebe e por quanto tempo guarda está escrito, nome a nome, na
página de privacidade e transparência.
Um servidor por empresa — e código que roda preso
Cada empresa tem a própria máquina, em São Paulo. Não existe banco compartilhado entre
clientes: o dado de outra empresa não está lá para vazar. E quando o agente produz
um documento, uma apresentação ou um site, o código roda numa caixa isolada
(gVisor), sem internet por padrão — o que nasce lá dentro só sai pela porta
da entrega, que passa por gente.
Um freio para tudo — e um teto que se cobra sozinho
Um botão no Console congela toda ação autônoma da casa, na hora; enquanto o
freio está puxado, a tela diz isso de forma persistente — segurança que não aparece não é
segurança. E o gasto com os modelos tem teto mensal que bloqueia sozinho ao ser
atingido: a empresa define o número, o código o cumpre.
Um agente declarado na web — que assina o que navega
O agente da EnterDone não se disfarça de humano. Ele se apresenta com nome próprio no
User‑Agent (EnterDone-Agent), assina cada navegação com Web
Bot Auth (RFC 9421, Ed25519), publica as chaves e a lista de IPs de saída em endereços
públicos, e tem registro em andamento nos programas de verificação de agentes da
Cloudflare, da DataDome e da Akamai. Ele não resolve CAPTCHA (devolve o controle à pessoa),
não contorna bloqueio e não coleta em massa. A página pública do agente
tem os detalhes técnicos e os endereços de verificação.
Qualidade que não regride
Toda versão nova do produto passa por um portão de avaliações antes de chegar à empresa:
baterias de teste e provas de comportamento — inclusive da memória — com poder de
veto. Se uma mudança faria o agente responder pior, ela não sobe.
Achou algo? Fale direto com a gente
Pesquisadores e clientes falam com quem resolve:
[email protected]. O endereço também está
publicado em /.well-known/security.txt
(RFC 9116). Relato de boa-fé é bem-vindo e respondido.
Por que isso importa
Agente inteligente sem governança é estagiário com a chave do cofre. A EnterDone foi desenhada ao
contrário: primeiro as paredes, depois o poder. É isso que permite dar ao agente um
computador de verdade, as credenciais da casa e autonomia crescente — com a empresa no
controle do que ele pode, do que ele gasta e do que fica registrado.